Wednesday, April 29, 2009

céu, brasília

o céu é tela suspensa,
não há cavelete.
a paleta é simples:
azul, vermelho e branco.
e a cada dia terminado,
um quadro diferente.

Tuesday, April 28, 2009

e quando a confusão na tua cabeça e tão grande? e os pensamentos têm que gritar

as todas emoções de uma só vez te arrebatam num não-sei-o-que-sentir

os sentindos falecem

a teimosia reminiscente, cauterizada no peito

o coração pensa e a razão pulsa

o alvoroço do corpo, o esquentar da face, o suar das mãos

e agora?

Friday, April 24, 2009

sem vontade de escrever...



Sou mais meu mundo...

Wednesday, April 22, 2009

Menção

Post muito legal surgido no meu blog roll

Friday, April 17, 2009

Susan Boyler



Me senti bem ao ver esse vídeo. Arrepiei. Chorei. É bom, incrivelmente bom, ver pessoas que sofreram muito serem dadas valor.

As pessoas têm muita maldade no coração, fazem pilheia de alguém como se não fosse humano, como se não sofresse. E a troco de um riso, a diversão é depreciar o outro. É egoísta e vil, é desumano.

Sunday, April 12, 2009

Trechos de músicas marcantes

How many special people change?
How many lives are living strange?
Oasis - Champagne Supernova

I get the news I need on the weather report.
I can gather all the news I need on the weather report.
Hey, I've got nothing to do today but smile.
Simon And Garfunkel - Only Living Boy In New York

It's not always true that time heals all wounds
There are wounds that you don't wanna heal
The memories of something really good
Something truly real, that you never found again
The Human League - Louise

Tuesday, April 7, 2009

Dia de chuva

Parado na entrada da universidade, esperando carona, olhada o ir e vir de pessoas. Chovia, uma chuva nem muito forte nem muito fraca, daquelas boas de se ouvir na cama à noite.

Via as pessoas saindo para o céu aberto, em bando. O tilintar de metais lhe soava como um exército de máquinas e o barulho do estender de tecidos, uma revoada de pássaros. Eram todos iguais, não tinham rostos, apenas estampas e formatos pouco variados - a maioria preto. Quase todos sozinhos; alguns aos pares, apertados de uma forma tão impessoal que pareciam estranhos num convívio forçado.

Praticamente todos com uma das hastes quebrada, uns tão pequenos levando duas pessoas quando mal cobririam uma, outros tão grandes que ao invés de serem carregados pareciam sim carregar seus donos. Todos estranhos nas mãos daquelas pessoas, os nunca vistos que surgem ao bel prazer do tempo, os chapéus que ninguém desfila.

Sunday, April 5, 2009